A Associação Maranhense de Travestis e Transexuais (AMATRA), reuniu sua diretoria no dia 14.07 para tomada de decisões no que tange o fortalecimento no combate a transfobia no Estado do Maranhão.Durante a reunião foi levantada questões tais como a promoção de pessoas trans no mercado de trabalho e uma agenda de compromisso com a Secretaria … Continue lendo Associação Maranhense de Travestis e Transexuais convoca diretoria para enfrentamento a transfobia no Maranhão
Posts recentes
Criminalização da LGBTFOBIA é debatida em São Luís
Aconteceu no dia 11.09.2019, em São Luís, no Centro Cultural do Ministério Público, a palestra Diálogos Republicanos, que tratou sobre a LGBTFOBIA e sua criminalização pelo Supremo Tribunal Federal. O evento foi marcado pela presença de ativistas e militantes do movimento LGBT, funcionários de órgãos públicos como Promotores e advogados onde por meio de uma … Continue lendo Criminalização da LGBTFOBIA é debatida em São Luís
Porque a criminalização da Transfobia não está sendo publicizada no Brasil?
Apesar do decreto de lei que criminaliza a transfobia no Brasil, grande parte da população parece desconhecer esse fato. Muitas denúncias estão sendo feitas nas redes sociais mostrando episódios em que pessoas transexuais estão sendo desrespeitadas por conta de sua condição. Mas, o fato mais alarmante nisso tudo é que muitas pessoas não só … Continue lendo Porque a criminalização da Transfobia não está sendo publicizada no Brasil?
AMATRA leva reivindicação da população trans do Maranhão para a Sec. Estadual de Trabalho e Economia Solidária
A AMATRA ( Associação Maranhense de Travestis e Transexuais) junto com o Conselho Estadual LGBT+ do Maranhão, se reuniu no dia 16.07, com a Secretaria Estadual de Trabalho e Economia Solidária do Maranhão ( SETRES) para reivindicar a solução de entraves que impossibilitam o ingresso de pessoas trans no mercado de trabalho no Estado. A … Continue lendo AMATRA leva reivindicação da população trans do Maranhão para a Sec. Estadual de Trabalho e Economia Solidária
Como está a inclusão de profissionais transgêneros no mercado
Vítimas da exclusão social, causada pela discriminação, falta de informação e de empatia de uma parcela da sociedade, as pessoas transgênero ocupam o triste cenário da invisibilidade.
Fiocruz cria aplicativo “Dandara” que alerta sobre áreas de risco para LGBT+
A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) acaba de criar um aplicativo para ajudar na proteção da comunidade LGBT+.
Homem trans ganha licença-paternidade na prefeitura do Rio: ‘Exemplo para outras pessoas trans
Quando a filha Giovanna nasceu, no último dia 12 de novembro, Glauco Vital aproveitou a licença-paternidade para curtir os primeiros 20 dias de vida da pequena junto à mulher. O fato seria corriqueiro se não fosse inédito: Glauco é o primeiro homem trans a ter o direito concedido pela prefeitura do Rio.
Rio de Janeiro foi estado com mais pessoas trans assassinadas no Brasil em 2018
Em números absolutos, o Rio foi o estado que mais matou a população trans em 2018, com 16 assassinatos.
Projeto cria aplicativo colaborativo que mapeia zonas de risco para LGBT
No próximo dia 18 de dezembro, será lançado o aplicativo Dandarah, que tem o objetivo de mapear zonas de risco para LGBTs. A ferramenta foi idealizada pela pesquisadora Mônica Malta, do projeto Resistência Arco-Íris, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), em parceria com a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) e a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT). O aplicativo está disponível, na versão Beta, na Play Store. Em breve também estará na App Store.
Apesar das políticas, números da violência contra pessoas LGBT ainda são imprecisos
Mesmo com anos de luta do movimento LGBT, apenas em junho deste ano o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a criminalização da LGBTfobia, sendo caracterizada por todo tipo de repulsa, preconceito, cerceamento de direitos e atos violentos contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros ou travestis. Discriminar uma pessoa por sua orientação sexual e de gênero hoje é um crime inafiançável, imprescritível e que pode ser punido com multa ou até cinco anos de prisão, de acordo com a lei 7716/89
